CHAGALL

RESUMO DO LIVRO CHAGALL

No final do século XIX, corria nos jornais russos o boato de que de que “a história inteira do povo judeu atesta sua incapacidade para as artes plásticas”. A trajetória do pintor Marc Chagall (1887-1985), um dos expoentes do modernismo europeu, prova o contrário.

O artista é fruto de Vitebsk, no então Território do Assentamento, onde Catarina, a Grande confinara todos os judeus de seu império. Mas a Revolução Russa e duas guerras mundiais o levaram para o exílio, onde teve a oportunidade de pintar a história do século XX como nenhum outro. O pintor terminou seus dias como um mestre em Paris.

O livro mostra que o período em Vitebsk, além de legar uma relação desesperada com a comida, tingiu o cotidiano do pintor com as tradições judias ortodoxas, uma segunda realidade palpável no cerne da vida diária e tema recorrente em suas pinturas, ao lado de questões como nascimento, amor e morte.

Mas o diferencial da obra de Wullschlager é a percepção do temperamento vulnerável do artista e sua extrema dependência das mulheres. Chagall era reverenciado e protegido pela mãe e buscaria estender esse tipo de relação a todas as suas futuras companheiras, sempre emocionalmente poderosas e socialmente bem posicionadas.

Chagall, finalista do prestigioso Costa Book na categoria biografia, em 2008, é o primeiro livro da autora, colunista de arte do Financial Times, a ser traduzido no Brasil.

Confira também:

Trecho do livro

Matéria no jornal O Estado de SP – 16/12/2009

Indicação de leitura na Revista Veja – São Paulo /SP – 23/12/2009

Folha de S. Paulo – São Paulo /SP – 19/12/2009

O Globo – Rio de Janeiro /RJ – 19/12/2009

Gazeta do Povo – Curitiba /PR – 10/1/2010

Revista Carta Capital – São Paulo /SP – 20/1/2010

Valor Econômico – São Paulo /SP – 22 a 24/01/2010

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